Resposta aos ateus (NO MESMO NÍVEL DELES):
É inútil argumentar com ateus!
NENHUM ARGUMENTO TEM O PODER DE INFUNDIR INTELIGÊNCIA NUM INDIVÍDUO QUE UMA SÓLIDA ALIANÇA DA GENÉTICA COM A MÁ EDUCAÇÃO TORNOU IRREMEDIAVELMENTE ESTÚPIDO!!!
O PROBLEMA É :
1- Uma estranha síndrome tem feito com que imbecis homossexuais passem a se sentir mais inteligentes quando atacam e agridem pessoas religiosas e suas crenças.
2- O termo "ATEU", passou a ser utilizado impropriamente para tudo e para todos, assim, muitos Fascistas, Gays, Recalcados, Perturbados, Perdedores, Raivosos, Agressivos, Obtusos, Desequilibrados, Violentos, Maníacos, Derrotados, Anti-religiosos, Anti-éticos, Anti-sociais, autointitulando-se "ateus", passaram a canalizar todo seu ódio, mágoa, recalque, desajustamento, raiva, frustração, incompreensão, contra as pessoas religiosas e suas crenças.
3- Uma estranha alucinação que acomete pessoas mentalmente perturbadas, faz com que elas sintam um certo alívio quando culpam as religiões por todas as desgraças ocorridas à humanidade, ao mesmo tempo quando são desmentidas ou corrigidas, costumam reagir com ataques de fúria.
Os ateus são apenas Espíritos ainda muito primitivos e atrasados intelectualmente.
Não se pode exigir deles a compreensão de conceitos mais elevados!!! Pois que Sagrado é um conceito que escapa à limitada compreensão dos ateus.
Ateísmo sempre foi religião! E, ainda por cima, politeísta!
Seus deuses: chita-darwin -> deus-macaco gay
deus-acaso -> deus dos absurdos implausíveis
Seus profetas: richard dawkins -> profeta da imbecilidade gay
friedrich nietzsche -> profeta da esquizofrenia gay
carl sagan -> profeta da estupidez tecno-gay
Ateus devem ser combatidos.....
Não com palavras........eles não as compreendem!
Não com idéias..........eles não raciocinam!
Devemos combatê-los com inseticidas e antibióticos!
PS: O primeiro ateu surgiu quando o Diabo acasalou com um macaco homossexual.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
TOMARA!!!
Onda conservadora na América do Sul é só um soluço e passará logo
A ideia-força do texto que você começa a ler é a de que a onda conservadora que se abateu precipuamente sobre a América do Sul é apenas um soluço e, como tal, passará logo. Essa ideia, porém, tornou-se transitiva porque vem sendo posta em dúvida a existência de uma onda conservadora.
O mais incrível é que essa ideia seduz setores da esquerda que, como todos sabemos, entende tão pouco de política que jamais conseguiu chegar sequer perto do poder e tem uma representação parlamentar para lá de pífia, apesar de atribuir isso a “falta de dinheiro por não se vender ao capital em troca de doações eleitorais”.
O fato, porém, é que não há dinheiro que cure a burrice. Ou não é burrice não enxergar que uma onda progressista instalou governos de esquerda pela região no fim dos anos 1990 e ao longo dos anos 2000 e, agora, está trocando a esquerda pela direita?
A eleição de Maurício Macri na Argentina, a fragorosa derrota parlamentar na Venezuela, o fortalecimento da direita no Brasil (com Aécio Neves perdendo a eleição preesidencial por pouco) são apenas as pontas mais visíveis da onda conservadora.
O Peru, por exemplo, caminha para se tornar o próximo país da América do Sul a embarcar na onda antigovernos de esquerda que se insinua na região. Os peruanos irão às urnas em abril para decidir quem será o sucessor de Ollanta Humala, um nacionalista de esquerda.
Hoje, pela queda do desempenho econômico do país, Humala tem apenas 16% de popularidade.
Pesquisa recém publicada aponta Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori (1990-2000), com 26% das intenções de voto, seguida do ex-ministro da Economia Pedro Pablo Kuczynski, com 15%, e do ex-presidente Alan García (1985-90/2006-11), com 10%.
No Equador, Rafael Correa, eleito em 2007, registou uma taxa de aprovação de 46% (contra 45% de inquiridos que lhe deram uma avaliação negativa). Embora o valor continue positivo, este está distante dos 79% registados em 2014.
Tabaré Vasquéz, presidente do Uruguai, desceu de uma taxa de aprovação de 78% para 36% em apenas nove meses, segundo uma sondagem publicada em dezembro último. Por enquanto, mantém-se à tona, uma vez que 33% desaprovam da sua liderança e outros 30% responderam de forma neutra.
Porém, assim como Correa, Vasquéz vem perdendo aprovação continuamente.
Todavia, é cedo demais para o canto de vitória do fascismo de ultradireita brasileiro que saliva ante a perspectiva de poder. E, no Brasil, a alternativa ideológica à do PT é a do fascismo de ultradireita que praticamente se apoderou do PSDB, do DEM e de seus penduricalhos.
Apesar de a onda conservadora existir no Brasil, na Argentina, na Venezuela, no Equador, no Peru – o que torna ridícula a afirmação de que não há uma onda conservadora na região -, o que a direita conseguiu na Argentina e na Venezuela pode nem se concretizar nos outros países sob ameaça dessa catarse reacionária que a crise econômica internacional instalou na região.
Isso porque a nova administração argentina fará aquele povo ter saudade da era Kirchner e mostrará aos povos da região que a direita não é alternativa em países como esses.
Macri começou mal anunciando que pretende revogar a “ley de medios”, que vinha pondo fim aos oligopólios nas comunicações. Já planeja um “ajuste fiscal” draconiano, que eliminará programas sociais e colocará as empresas em dificuldades, com eliminação de desonerações muito parecidas com as brasileiras e que mantiveram o nível de emprego.
Pode-se esperar, em breve, uma forte desindustrialização argentina com o fim da política de controle da compra de dólares, adotada para proteger a indústria nacional. Isso significará desemprego na veia dos argentinos, ainda que, ironicamente, venha a ser tornar positivo para as exportações brasileiras.
A inflação argentina também deve dar um salto nos próximos meses, e como a ex-presidente Cristina Kirchner deixou o poder com um apoio muito alto, apesar de ter perdido a eleição, a oposição de esquerda terá meios de praticamente parar o país quando o povo perceber a burrada que fez ao eleger um conservador que governará em benefício da elite, do grande empresariado e do capital transnacional.
Claro que, como não vivemos em um país em que o povão se informa de modo racional – ou seja, buscando várias fontes para conhecer os fatos -, e como a mídia corporativa – que ainda tem forte influência – irá esconder a ruína que se abaterá sobre o país vizinho, não se pode descartar a possibilidade de a direita voltar ao poder por aqui em 2018, até porque há um plano consistente de barrar a candidatura de Lula em 2018 usando tramoias jurídicas.
Contudo, mesmo que a onda conservadora eleja governos de direita em todos os países supracitados, esses governos terão vida curta assim como teve a gestão Sebastián Piñera no Chile, que, após um único mandato, teve que devolver o poder à Consertación de Michelet Bachelet, em que pesem os problemas políticos que ela enfrenta atualmente, que são outra história.
Além disso, qualquer governo conservador que se instale na região enfrentará um período tão ou mais conturbado que o que enfrenta o governo Dilma Rousseff. E por uma razão muito simples: o povo vai sentir saudade dos governos progressistas.
O PT demorou muito mais para chegar ao poder do que seria razoável, diante dos péssimos governos Sarney, Collor e FHC porque a mídia usou o terrorismo para incutir na população medo de que um governo petista acabaria com a propriedade privada e com as liberdades individuais – a tese de que comunista “come criancinha”.
Nem é preciso dizer por que essa tese não vai colar nunca mais. Mas, assim mesmo, vamos dizer porque sempre haverá quem não enxergue um palmo diante do nariz: após 12 anos (2003 – 2014) de bem-bom econômico e social e de respeito à propriedade privada e às liberdades, ninguém vai acreditar nessa história.
Sob o PT, milhões de brasileiros melhoraram (muito) de vida. Conseguiram coisas que em 500 anos jamais conseguiram. Salários crescentes, forte redução da pobreza e da desigualdade, pleno emprego, filhos na faculdade, carro, casa própria… E por aí vai.
Hoje, com a crise, o povo não está racionalizando – está com medo, que se vê corroborado pela ação da sabotagem da economia, pela operação Lava Jato e pelo Congresso, mas quando tiver um governo de direita, que visará, justamente, reconcentrar renda e eliminar oportunidades que os governos petistas distribuíram aos mais pobres, vai se lembrar…
E terá saudade.
De certa forma, não seria totalmente terrível e inútil que o Brasil voltasse a ter um governo conservador. Amplos setores da esquerda, dos movimentos sociais, dos sindicatos esqueceram o que é ter um governo com o qual não existe possibilidade de interlocução. E, de quebra, ainda relembrariam o que é conservadorismo econômico de verdade.
Só o que não se sabe é qual esquerda poderia suceder um governo conservador efêmero como o que pode se instalar no Brasil em 2018. Setores do PSOL, o PSTU e outros bichos, por exemplo, apostam no desgaste do governo Dilma e no impeachment sonhando com um fenômeno como o grego, que levou o Syriza (o PSOL grego) ao poder.
Não se pode descartar. O impensável aconteceu na Grécia diante da catarse da população com a crise econômica. No poder, o Syriza mostrou que as alternativas que alardeava simplesmente não existiam, eram balela, demagogia, e se converteu às regras do “mercado”.
Enfim, caro leitor, não se sabe o que acontecerá até o fim da década. Mas uma certeza todos podem ter: se a direita voltar ao poder no Brasil ou nos outros países elencados e aplicar o receituário que pretende, além de vir a ser defenestrada rapidamente poderá abrir caminho para uma esquerda cuja racionalidade não é um atributo.
Lá por meados dos anos 2020, porém, este país terá amarecido muito, politicamente. Só espero estar vivo para ver…
http://www.blogdacidadania.com.br/2016/01/onda-conservadora-na-america-do-sul-e-so-um-soluco-e-passara-logo/
Mesmo fracassado na tentativa de golpe, FHC faz pose: “Dilma cai”
Apesar das sucessivas derrotas no intento de impor um golpe contra o mandato da presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quer manter o clima do “quanto pior melhor” e disse, em entrevista ao não menos golpista Manhattan Connection, programa da GloboNews exibido na madrugada desta segunda-feira (4), que a ela “não precisa de empurrão, se cair, Dilma cai sozinha”.
Reprodução
Depois do seu partido, o PSDB, colocar o presidente da Câmara dos
Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no colo para articular o golpe
contra o mandato da presidenta, FHC diz agora que Dilma e Cunha
“disputam cabeça a cabeça” pelo título de pior de 2015. A estratégia é
tentar se descolar do parceiro Cunha que, diferentemente da presidenta
Dilma, é investigado pela Polícia Federal por seu envolvimento nos
esquemas da Lava Jato.Bravateiro, o tucano disse que está “otimista” e acredita que “para recompor uma situação política no Brasil” serão “3 a 5 anos”.
Em artigo publicado no Jornal GGN, André Araújo comentou a entrevista de FHC e resumiu o programa: “Um show de imbecilidades!”
“Ao entrevistar o ex-presidente FHC, Lucas Mendes, completamente gagá, inventou um ‘quiz’ onde perguntaram ao FHC sobre as hemorroidas de Napoleão, sobre o segredo dele no jogo de pôquer, perguntas sem qualquer propósito ou sentido em um programa de entrevistas, coisas sem pé nem cabeça”, disse André.
E completou: “Depois o Mainardi, de peruca preta sobre costeletas brancas, entrou falando o que ele acha que vai acontecer em seus delírios venezianos, tudo meio histriônico: ‘vão prender o Lula e extinguir o PT’”.
E concluiu: “O programa precisa se definir se é sério ou se é cômico. Fica mal para a Globonews empinar um programa desses desde NY com tanta palhaçada”.
Do Portal Vermelho, com informações do Jornal GGN
http://www.vermelho.org.br/noticia/274666-1
O rapaz da Folha "descobriu" o mal dos juros altos
Por Fernando Brito · 04/01/2016
O secretário de Redação da Folha, Vinicius Mota, publica hoje artigo – “Uma mãe para os ricos” – com o qual se candidata a Premio Nobel de Economia, publicando coisas até agora desconhecidas, como o fato de que “o Tesouro Nacional está tomando dinheiro na praça com a promessa firme de pagar juros fabulosos, e por períodos longos, aos emprestadores”.
Uau! Vocês sabiam desta novidade? Não? Fiquem sabendo, porque o rapaz descobriu uma mina de ouro:
“Que tal quase duas décadas com
remuneração de 6% ao ano acima da inflação, já abatidos impostos e
taxas? O patrimônio real vai triplicar. Quem emprestar R$ 1 milhão ao
governo terá de volta, ao final do período, seu dinheiro corrigido pelo
IPCA e mais R$ 100 mil por ano, em média.”
“Bora” aí, gente. Sei que ninguém tem R$ 1 milhão guardado, mas a
gente pode fazer um “bolão”, quem sabe aí de vinte cotas de R$ 50 mil,
porque a gente vai receber, cada um, R$ 5 mil de renda, além da
inflação.As análises simplórias da economia só se explicam pelos objetivos políticos que elas contém.
Com todo o respeito, não vejo razão para os argumentos de Mota não serem reproduzidos num jornal do PSTU.
“O Tesouro de Mamãe Rousseff fecha
esse negócio da China, ou do Brasil, todos os dias. Não o faz por
boniteza, mas por necessidade, derivada da voraz expansão estatal nos
últimos seis anos.
Mamãe, entretanto, é apenas
intermediária passageira nessa relação perpétua entre devedores e
credores. Os empréstimos constituem obrigações intertemporais do mais
amplo conjunto da população, que paga os impostos, com uma parcela menor
e mais rica de poupadores.”
Não me recordo de que o rapaz tenha escrito “Papai FH”, ou “Vovô
Sarney”, ou “Tio Itamar” ou ainda o “Primo Collor” terem feito isto, em
escala muitíssimo maior.Nem que o Brasil tivesse pago juros altos por uma “voraz expansão estatal” quando o Estado brasileiro estava sendo desmantelado, com privatizações a rodo, vendendo a Vale, as elétricas, a telefonia, os bancos públicos e parte importante das ações da Petrobras?
Mas, engraçado, quando isso ocorreu, a dívida pública do Brasil- aquela que Mota chama que “constituem obrigações intertemporais do mais amplo conjunto da população, que paga os impostos, com uma parcela menor e mais rica de poupadores”- cresceu de forma explosiva. Dobrou no período FHC, em relação ao PIB.
Culpe-se Dilma por não ter rompido esta situação, em que o capital exige do Estado que o remunere assim, à custa do povo, mas não porque ela não tenha tentado e estejam aí boa parte das raízes do “fracasso econômico” que se lhe atribui.
Pois basta que Mota consulte o site de empresa em que trabalha, em 2012, e na qual dá seus palpites econômicos:
Depois de ser, durante anos, o
campeão dos juros reais entre as principais economias do mundo, o Brasil
caiu agora para a quinta posição nesse ranking, com taxa de 1,8%. Os
dados foram levantados pelo analista econômico da Cruzeiro do Sul
Corretora / Apregoa.com, Jason Vieira.
O Banco Central anunciou nesta
quarta-feira (29) que a Selic (taxa báxica de juros nominais) foi
reduzida 0,5 ponto percentual, de 8% para 7,5%. A diferença entre 7,5% e
1,8% ocorre porque os juros reais descontam a inflação projetada para
os próximos 12 meses.
O colunista da Folha, que sei ser atento leitor de Keynes, deveria
entender que é a política de crise, na qual ele colabora na Folha, que
dá amparo a esta chantagem do capital sobre o Estado, que venceu a queda
de braço ensaiada por Dilma em seu primeiro mandato, forçando o
rebaixamento dos juros.Ele tem toda a razão em apontar que os juros são as tetas por onde o capital suga, como um vampiro, as receitas públicas e, com isso, torna ralo o sangue com que elas podem sustentar os serviços para a população e os investimentos públicos necessários ao desenvolvimento.
Mas quando culpa as tetas e não os dentes pelo vampirismo, perde toda a razão que pudesse ter e joga ao lado do rentismo, que não lhe merece uma condenação.
Porque, assim, vai se reunir ao coro dos que acham que o Estado gasta demais em subsídios aos pobres e à atividade econômica e “esquece” das pressões que lhe fazem pagar quase metade do Orçamento em juros.
Mais ou menos igual à nossa oposição, que sacode os patos da Fiesp, mas que, no poder, tornou os juros um cisne resplandescente.
Ou será que o colunista acha que, caindo a “Mamãe Dilma”, quem vai ao governo é o PSTU?
http://tijolaco.com.br/blog/o-rapaz-da-folha-descobriu-o-mal-dos-juros-altos/
O DCM pisa na bola e faz faz apologia ao preconceito religioso:
Charlie Hebdo faz edição especial de 1 ano do atentado com “deus assassino” na capa
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/charlie-hebdo-faz-edicao-especial-de-1-ano-do-atentado-com-deus-assassino-na-capa/
Ou se faz a defesa da DEMOCRACIA, onde todos têm direitos, ou se é FASCISTA e se faz a defesa de um "direito de poucos"!!!
Paulo Pimenta desmascara o Globo
Jornal blinda e "brinda" seus anunciantes de cerveja
publicado
03/01/2016
(Imagem: de Renato Bloisi)
O C Af reproduz artigo de Paulo Pimenta:
O Globo blinda e "brinda" seus anunciantes de cerveja em matéria que não "vê" relação entre consumo de álcool e mortes no trânsito
Paulo Pimenta (*)
A proximidade com o carnaval e a dependência econômica que a mídia tem da publicidade de cerveja levaram o jornal O Globo a isentar, desde agora, a combinação bebida e direção como uma das causas da violência no trânsito.
Em matéria deste domingo (3), o jornal "analisa" a ocorrência dos acidentes em rodovias federais e aponta suas causas. O Globo "não viu", em nenhum momento, o consumo de bebidas alcoólicas com um fator preponderante para as vítimas das estradas.
Para dar suposta credibilidade àquilo que O Globo quer esconder, ou não pode dizer - a relação entre álcool e acidentes com veículos - um especialista em segurança de trânsito surge no texto para sentenciar que o "despreparo dos motoristas", a "falta de manutenção dos veículos" e a "péssima qualidade das vias" é que são os responsáveis pelas colisões nas estradas. Nenhuma referência sobre álcool e direção, apesar de constar claramente no site da Polícia Rodoviária Federal que, nas operações de fiscalização de final de ano que terminam só depois do carnaval, a "embriaguez ao volante" é uma das "principais atitudes dos condutores que acarretam acidentes graves".
No ano passado, a Revista Época, do grupo Globo, revelou que a Ambev ocupava o sexto lugar entre as dez empresas que mais investiram em publicidade no primeiro semestre de 2015 no país.
Não fosse pelas razões óbvias e conhecidas, seria de se estranhar o fato de uma matéria que dedicou uma página inteira sobre acidentes em rodovias não ter ouvido nenhum especialista na área da saúde, por exemplo.
Até porque, se ouvisse, saberia que a Organização Mundial da Saúde aprovou, em texto assinado por 193 países no ano de 2010, a restrição da publicidade de cerveja como uma solução estratégica à diminuição da violência no trânsito. Dados da OMS afirmam que o álcool é o agente causador de 4% das mortes do mundo, vitimando mais do que doenças como AIDS e Tuberculose. O público jovem, especialmente do sexo masculino, representa a maior parte das vítimas.
Em outro estudo, a OMS verificou que países desenvolvidos que acabaram com a propaganda de álcool reduziram o consumo em 16% e tiveram 23% menos mortes no trânsito que os países onde não há restrições à propaganda, como o Brasil.
Aqui, o Conar, espécie de autorregulação da propaganda, é conivente com os recorrentes desrespeitos da publicidade de cerveja ao seu próprio código. Para modificar essa situação, em 2011 apresentei projeto de lei 701/11 que estabelece restrições à publicidade de cerveja, como sugere a OMS. Mas, o Congresso Nacional não teve ainda a coragem necessária para enfrentar o “lobby” dos três setores que impedem a aprovação de uma legislação sobre esse tema no Brasil: a indústria de cerveja, as agências de publicidade e a mídia.
Há alguns anos, o professor Braz de Lima, do Programa de Álcool e Drogas da UFRJ, estimou que o álcool está presente em 75% dos acidentes de trânsito que ocorrem no país.
Em 1996, o Congresso Nacional aprovou a restrição de publicidades ao cigarro. Nesses 20 anos, o número de fumantes no Brasil, que entre a década de 80 e 90 era de aproximadamente 30%, hoje apresenta índice de 10,8%, segundo o Ministério da Saúde. Isso fez do Brasil um dos países que mais reduziram o número de fumantes no mundo nos últimos anos.
Como se sabe, o carnaval é o período em que os segmentos de bebidas mais lucram, quando milhões e milhões de litros de cerveja são consumidos, e que também muito investem em publicidade.
O aumento do consumo de álcool nessa época faz com que esse seja o período, apontado pela Polícia Rodoviária Federal, como o mais crítico em termos de acidentes em rodovias federais.
Mas O Globo não "descobriu" nada disso. Nem poderia, já que a matéria foi construída para blindar - ou brindar ? - seu próprios anunciantes de qualquer responsabilidade sobre os acidentes e mortes no trânsito que ocorrerão durante o carnaval.
(*)Paulo Pimenta é jornalista e deputado federal ( PT-RS)
A proximidade com o carnaval e a dependência econômica que a mídia tem da publicidade de cerveja levaram o jornal O Globo a isentar, desde agora, a combinação bebida e direção como uma das causas da violência no trânsito.
Em matéria deste domingo (3), o jornal "analisa" a ocorrência dos acidentes em rodovias federais e aponta suas causas. O Globo "não viu", em nenhum momento, o consumo de bebidas alcoólicas com um fator preponderante para as vítimas das estradas.
Para dar suposta credibilidade àquilo que O Globo quer esconder, ou não pode dizer - a relação entre álcool e acidentes com veículos - um especialista em segurança de trânsito surge no texto para sentenciar que o "despreparo dos motoristas", a "falta de manutenção dos veículos" e a "péssima qualidade das vias" é que são os responsáveis pelas colisões nas estradas. Nenhuma referência sobre álcool e direção, apesar de constar claramente no site da Polícia Rodoviária Federal que, nas operações de fiscalização de final de ano que terminam só depois do carnaval, a "embriaguez ao volante" é uma das "principais atitudes dos condutores que acarretam acidentes graves".
No ano passado, a Revista Época, do grupo Globo, revelou que a Ambev ocupava o sexto lugar entre as dez empresas que mais investiram em publicidade no primeiro semestre de 2015 no país.
Não fosse pelas razões óbvias e conhecidas, seria de se estranhar o fato de uma matéria que dedicou uma página inteira sobre acidentes em rodovias não ter ouvido nenhum especialista na área da saúde, por exemplo.
Até porque, se ouvisse, saberia que a Organização Mundial da Saúde aprovou, em texto assinado por 193 países no ano de 2010, a restrição da publicidade de cerveja como uma solução estratégica à diminuição da violência no trânsito. Dados da OMS afirmam que o álcool é o agente causador de 4% das mortes do mundo, vitimando mais do que doenças como AIDS e Tuberculose. O público jovem, especialmente do sexo masculino, representa a maior parte das vítimas.
Em outro estudo, a OMS verificou que países desenvolvidos que acabaram com a propaganda de álcool reduziram o consumo em 16% e tiveram 23% menos mortes no trânsito que os países onde não há restrições à propaganda, como o Brasil.
Aqui, o Conar, espécie de autorregulação da propaganda, é conivente com os recorrentes desrespeitos da publicidade de cerveja ao seu próprio código. Para modificar essa situação, em 2011 apresentei projeto de lei 701/11 que estabelece restrições à publicidade de cerveja, como sugere a OMS. Mas, o Congresso Nacional não teve ainda a coragem necessária para enfrentar o “lobby” dos três setores que impedem a aprovação de uma legislação sobre esse tema no Brasil: a indústria de cerveja, as agências de publicidade e a mídia.
Há alguns anos, o professor Braz de Lima, do Programa de Álcool e Drogas da UFRJ, estimou que o álcool está presente em 75% dos acidentes de trânsito que ocorrem no país.
Em 1996, o Congresso Nacional aprovou a restrição de publicidades ao cigarro. Nesses 20 anos, o número de fumantes no Brasil, que entre a década de 80 e 90 era de aproximadamente 30%, hoje apresenta índice de 10,8%, segundo o Ministério da Saúde. Isso fez do Brasil um dos países que mais reduziram o número de fumantes no mundo nos últimos anos.
Como se sabe, o carnaval é o período em que os segmentos de bebidas mais lucram, quando milhões e milhões de litros de cerveja são consumidos, e que também muito investem em publicidade.
O aumento do consumo de álcool nessa época faz com que esse seja o período, apontado pela Polícia Rodoviária Federal, como o mais crítico em termos de acidentes em rodovias federais.
Mas O Globo não "descobriu" nada disso. Nem poderia, já que a matéria foi construída para blindar - ou brindar ? - seu próprios anunciantes de qualquer responsabilidade sobre os acidentes e mortes no trânsito que ocorrerão durante o carnaval.
(*)Paulo Pimenta é jornalista e deputado federal ( PT-RS)
http://www.conversaafiada.com.br/pig/paulo-pimenta-desmascara-o-globo
Procurador candidato a ditador
Eles pensam que estão na Sierra Maestra e... taca-lhe pau!
publicado
04/01/2016
“Não vem ao caso”, porque o pessoal não ousa chegar perto de tucano, porque, “não vem ao caso”…
Aecím, portanto, aquele do Miranda - “quem é essa pessoa? Aécio Neves” - não corre nenhum risco.
É mais fácil a Madre Superiora ir presa do que o Aecím.
O Procurador Lima supervisiona, em Curitiba, um grupo de doze investigadores coordenados pelo também Procurador Deltan Dallagnol, aquele que tem o wi-fi de Deus.
Por sua vez, o Dr Janot – que será desmoralizado pelo PSDB, como foi o Dr Moro - escalou treze procuradores na Procuradoria Geral da República para trabalhar na Lava Jato.
E o Aecím, nada!
Essa é a turma que está indignada com o acordo de leniência da Dilma.
Porque, além de prender o Lula, a tarefa deles é quebrar a Petrobras e a engenharia pesada do Brasil, uma das melhores do mundo.
(Nada seria mais conveniente ao “interesse nacional” americano.)
O Procurador Santos Lima concedeu suculenta entrevista ao PiG cheiroso, em que diz algumas barbaridades, que só ficam impunes porque na PGR do Dr Janot o De Grandis é um santinho:
- “Querem salvar (sic) essas empreiteiras? Então, que suas ações sejam desapropriadas (sic) e que os valores devidos aos acionistas sejam bloqueados (sic) para o ressarcimento completo do prejuízo que esses mesmos acionistas causaram, direta e dolosamente, ao patrimônio público. Depois, pouco a pouco (sic) essas ações podem ser democraticamente vendidas com retorno dos valores ao governo federal.”
- “a pretensão do Governo… é apenas e exclusivamente (sic) salvar o capital dos estimados financiadores das caríssimas campanhas eleitorais”.
Ou seja, a leniência da Dilma é para o Governo continuar a roubar!
Simples assim!
E sobre o mestre em “Mercado de Capitais”, de dar inveja ao Dr Carvalhosa?
O Dr Santos Lima quer desapropriar as ações.
É um Putin!
Fazer o que o Fidel fez quando entrou em Havana!
Sim, porque o Dr Santos Lima deve achar que a Vara de Guantánamo se transformou na Sierra Maestra!
Chega lá na Odebrecht e taca-lhe o pau: desapropria.
E depois que a empresa estiver morta, exangue, no chão, o jênio vai lá, pouco a pouco, e vende as ações na Bolsa !
Para “retornar os valores (inexistentes - PHA) ao Governo Federal”.
Um jênio!
Na verdade, não passa de um candidato ditador!
Paulo Henrique Amorim
Por que me ufano
O Brasil seguirá outro rumo: o próprio!
publicado
04/01/2016
No meio da cidade, perto de um parque exuberante, fica o conspícuo prédio do Consulado americano, que, na verdade, é um bunker de espionagem para toda a região Norte do continente.
Qualquer camareira de hotel ou vendedor de picolé sabe disso.
Ao olhar o continente de cima para baixo, percebe-se que só a Venezuela (por pouco tempo), o Equador, a Bolívia e o Brasil conseguiram preservar governos e políticas a serviço dos mais pobres.
O (suposto) combate ao tráfico permitiu que os Estados Unidos ocupassem a Colômbia.
O Peru não precisa eleger a filha do Fujimori (o FHC não faltará à sua posse…).
O Humala já fez o serviço…
O Chile e o Uruguai têm uma Esquerda que não se move fora do Centro.
E a Argentina cumprirá o que Macri prometeu: rasgar a Ley de Medios e, breve, entregar o Banco Central aos investidores abutres.
A América do Sul, na companhia do México, do Panamá e de Porto Rico (leia em tempo), se inclina com força, irremediavelmente, para debaixo das asas da águia americana.
Pena que isso ocorra logo agora, quando os Estados Unidos já não tenham muito a oferecer a seus dependentes.
32 milhões – 10% da população - de americanos vão dormir, todas as noites, sem saber o que comer no dia seguinte.
A revista Foreign Affairs, de 14 de dezembro de 2015, descreve de forma cruel o fracasso retumbante da política americana de sanções à Rússia, por causa da anexação da Criméia.
Por que?
Porque a Rússia substituiu os Estados Unidos pela China e continuou a vender petróleo e gás...
Embora seja aparentemente invisível, a política externa brasileira continua altiva, sem se desviar da régua e do compasso do Lula e do Celso Amorim.
Todos os problemas dos brasileiros podem ser resolvidos dentro do Brasil.
O Brasil tem comida, energia a dar com pau, seja de que tipo for (petróleo, gás, carvão, renovável, eólica, nuclear…), e um mercado interno crescente e próspero.
(“Prospero”? Basta andar de avião…)
O Brasil acabou com a miséria e vai acabar com a pobreza.
Porque tem um produto de qualidade internacional comprovada: o Bolsa Família!
E o Brasil realiza um salto de qualidade e produtividade ainda encobertos: com a educação dos pobres!
Ao se virar para a América Latina, o brasileiro tem o direito de localizar sua identidade mais na África do que na América irremediavelmente espanhola!
Hispano-americana!
A América Latina se encaminha para desempenhar um papel subalterno num conjunto que se enfraquece com a própria decadência do sistema da meritocracia.
Porque o Capitalismo do Século XXI, como demonstrou o Piketty, gera mais desigualdade, quanto mais “avança”.
É um capitalismo de abutres, donos de fundos de investimento, que montaram uma rede de advogados e tributaristas que lesa o Fisco.
Duzentos bilionários fazem 50% das contribuições para a campanha presidencial americana.
O Brasil proibiu a contribuição de empresas, numa decisão histórica do Supremo Tribunal Federal.
O que tornará mais legítima a representação popular.
O Brasil tem outro rumo a cumprir.
Rumo próprio.
Na companhia dos BRICs e além deles.
É o que desespera a Casa Grande.
A Casa Grande comprou a ideologia da Dependência.
A Casa Grande tem um sonho: privatizar o Brasil aos abutres.
Em tempo: como se sabe, um grupo de investidores abutres comprou a dívida de Porto Rico – um “estado livre associado” dos Estados Unidos – e governa Porto Rico, sentado no Tesouro. Não há mais políticas sociais e toda a receita, decrescente, é para pagar os investidores…
É uma repetição dos bons tempos de Leopoldo II, rei da Bélgica, que fez do Congo sua propriedade particular, pessoal. Como então, Porto Rico já aplica sua política de escravismo. Falta o genocídio...)
Paulo Henrique Amorim
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